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Abril Marrom: silencioso, o glaucoma pode levar à cegueira, se não for tratado a tempo

Glaucoma

O glaucoma é uma doença crônica que afeta o nervo óptico, causando perda do campo de visão. À medida que o problema se agrava, a visão vai se afunilando gradualmente – muitas vezes, sem o que paciente perceba. Nos casos mais graves, o glaucoma pode causar cegueira, como explica a oftalmologista Graziela Massa, do Oftalmocentro Uberaba. “O tipo mais comum na nossa população é silencioso nas fases iniciais”, explica a médica. Por isso, o acompanhamento periódico com um especialista é tão importante para a prevenção do agravamento da doença. 

Apenas tipos menos comuns de glaucoma podem causar dor no olho, embaçamento visual e sensibilidade à luz. De modo geral, o glaucoma é causado pelo aumento da pressão intraocular ou pela diminuição da drenagem do humor aquoso, um líquido produzido pelo olho. A consulta oftalmológica de rotina permite detectar indícios da doença por meio da medição da pressão intraocular e avaliação do nervo óptico no exame de fundo do olho, conforme explica dra Graziela. “Alguns exames complementares como foto do nervo óptico, campo visual e tomografia do nervo óptico ajudam na confirmação do diagnóstico”, acrescenta. 

Além de consultas regulares com o oftalmologista, hábitos de vida saudáveis, como a prática cotidiana de atividades físicas e uma alimentação balanceada, também podem ajudar na prevenção do glaucoma. São exatamente os mesmos bons hábitos que previnem o aparecimento de doenças crônicas como diabetes e hipertensão arterial – que, por sua vez, podem predispor o paciente a esse tipo de doença ocular.

O tratamento tradicional é medicamentoso, com aplicação de colírios que diminuem a pressão do olho. Contudo, o tratamento ideal considera não apenas da gravidade da doença, mas também a tolerância do organismo do paciente aos remédios. Dra Graziela explica que procedimentos com laser, cirurgias tradicionais ou microinvasivas também podem ser indicados, dependendo do caso. A médica destaca que o glaucoma não tem cura, mas responde bem a tratamentos personalizados, cuidadosos e continuados.